Pular para o conteúdo principal

Os 3 momentos MAIS constrangedores da minha vida

Um dos vários motivos de eu adorar a blogosfera é justamente essa inspiração que temos quando passamos pelos vários blogues lindos e maravilhosos que existem por aqui (desculpa pra copiar ideias, essa eu domino). Daí que essa semana a Isa postou sobre as 3 coisas mais constrangedoras que já aconteceram com ela e eu resolvi falar sobre isso também, hoje.

Vamos lá!

1) Teve o primeiro "fora" que eu levei de um garoto na terceira série:
Então amigos, eu sempre fui uma menina muito precoce. Pra alguém que namora desde os 13 é de se esperar que o primeiro fora tenha sido na terceira série, não é mesmo? 
Lá estava eu, no auge da descoberta infantil, andando com meu coleguinha Fabrício (baixinho e inteligente, lembro perfeitamente dele). Fabrício por sua vez tinha um amigo chamado Gustavo. Eu, Fabrício e Gustavo brincávamos de Power Rangers e Beyblade durante o recreio, era o máximo. Num dado momento eu descobri que estava apaixonadinha pelo Gustavo né, daí fiz a GIRL POWER e contei pra ele, na maior cara dura mesmo, ou vai ou raxa querido, etc e tal. Mas qual não foi a minha surpresa quando Gustavo não só me deu um fora quanto me deu um fora daqueles com direito a piadinha escrota!! Eu não me lembro o que ele falou, mas o sentimento que ficou foi BAD. Enfim, depois de um tempo a gente entende que nem todo mundo vai gostar da gente e tudo bem, né? I HATE YOU GUSTAVO.

2) A vez que dois garotos brigaram por mim, na terceira série também: HAHAHAHAHA, parece que o jogo virou não é mesmo? Isso foi constrangedor por que eu fiquei de camarote assistindo aquilo no parquinho e não foi legal. Enfim. Em outra fase desses 365 dias de pura descoberta e joelho ralado, existiam Murilo e Marcos Paulo. Nós íamos pra escola juntos, a gente era um trio da pesada. Era massa de verdade. Num belo dia, na hora do intervalo, no parquinho, Murilo e Marcos Paulo começaram a discutir sobre quem gostava de mim (ou era sobre de quem EU gostava? não lembro) e essa "briga" quase levou eles à coordenação. Depois tudo acabou e voltamos a ser um trio, eu mesma não interferi naquele relacionamento, acho que era maior que qualquer amorzinho de pré-escola.

3) A vez em que eu usei um aparelho "freio de burro", na sexta série: Minha arcada dentária veio com um defeitinho de fábrica, ela fechava ao contrário de todas as outras. Por causa disso, eu passei boa parte da minha adolescência usando aparelhos e, dentre eles, estava o famigerado "freio de burro", não era aquele modelo como conhecemos nos filmes, mas era o suficiente para me tornar conhecida em TODA a escola, sim. Tinha gente que eu nem conhecia que me conhecia. Por sorte, eu fiquei apenas 1 mês com ele, graças à minha capacidade de ignorar todo mundo e usar mesmo (até no shopping).

Era quase isso, porém era no meio da cara.


Postagens mais visitadas deste blog

Não é Solidão, é Solitude.

"Entende-se por solitude o pleno contado consigo mesmo. Isso quer dizer que não há a necessidade de estar sempre em companhia de outras pessoas e não há solidão por isso. Esta pessoa está bem com ela em tempo integral, mas convive muito bem com os outros. Veja que há um contato direto consigo mesmo, podendo passar vários dias em um lugar sozinho e se sentindo pleno; mas há também uma plenitude ao estar com alguém."  (via: Maura De Albanesi)
Veja bem, eu gosto de estar na companhia das pessoas que eu amo. Mesmo. Me sinto completa com barulho de família ao meu redor. Quando rola, adoro passar tempo de qualidade com os amigos e/ou com o namorado. Mas eu também sinto um prazer indescritível no silêncio. 
Tipo agora. Estou em casa, são 10:08AM, minhas irmãs ainda estão dormindo e a casa está silenciosa, por hora. Eu posso fechar os olhos e respirar fundo. Sinto uma paz imensa. Me faz bem. Eu curto a minha própria companhia e já recusei saídas por ela (eu/mim). 
Eu costumo brincar…

"O mínimo para viver" e a constante exaltação do corpo magro

"- Eu estava saindo do meu apartamento um dia e uma pessoa que eu conheço há muito tempo, da idade da minha mãe, me disse: Olha para você! Eu tentei explicar que emagreci por causa de um papel, mas ela continuou: Não, eu quero saber o que você está fazendo, você parece ótima! Eu entrei no carro com a minha mãe e disse: É por isso que existe o problema." - Lily Collins, em entrevista para a revista The Edit.

"O mínimo para viver" é um filme original da Netflix (que por sinal, vem arrasando nas produções ultimamente) que fala sobre distúrbios alimentares. Há algum tempo eu havia feito o download no aplicativo para ver num momento oportuno. Daí que hoje, num intervalo de 2 horas de espera no curso da minha irmã, eu resolvi assistir pra matar o tempo e cheguei à conclusão de que não poderia ter feito melhor escolha.

Ellen (Lily Collins) é uma garota de 20 anos que sofre de anorexia. Por causa de seu temperamento conturbado e difícil, ela foi expulsa de diversas clínicas …

TOP 3 "Boys Crush" de toda minha vida (fictícios ou não)

A melhor parte de ser blogueira, apesar de eu ainda não me encaixar bem nesse termo (e também não imaginar outro melhor do que esse para me definir), é poder colocar a imaginação para funcionar em temas como o de hoje. A ideia veio deste post no blog da Tati; lá ela fez com garotas da ficção, aqui vou fazer com os boys, sejam eles fictícios ou não, e depois a gente faz uma edição especial pras garotas (quem sabe amanhã).

Mas primeiro, um esclarecimento: A ideia de "crush" pra mim é muito pessoal e intransferível. A maioria das pessoas entendem o crush como uma pessoa por quem você alimenta uma paixão platônica. Eu entendo o crush como alguém por quem você possui uma admiração massa, uma vontade de trocar ideia, fazer amizade, etc. No caso do post de hoje, vou falar nos dois sentidos, então vamos usar as seguintes definições: CRUSH LOVE e CRUSH FRIENDZONE.

Simbora!


#1: CAIO CASTRO (Crush Friendzone)


O Caio é algo recente na minha vida (tipo 2013). Eu sei. Pasmem. Ano passado e…