Pular para o conteúdo principal

Cocô: todo mundo faz, porém vergonha.

Eu sei... E sim, o post de hoje é sobre cocô.

Sua reação ao ler o título de hoje:

Esse mês eu me propus a "destabulizar" algumas coisas, tanto internamente quanto externamente e, a melhor forma de fazer isso é: Não impor limites. A começar pelo título desse post, né mesmo?

* Dizem que quando você fala a palavra várias vezes ela se torna mais natural, então aí vai:
Cocô. Cocô. Cocô. Cocô. Cocô. Cocô. Cocô. Cocô. Cocô. Cocô. Cocô. Cocô. Cocô. Cocô. *

Por que eu escolhi esse tema? 
Faz exatamente 1 mês que eu saí do meu emprego formal (carteirinha assinada-Plano de Saúde-Vale Alimentação-Padrãozinho) e me recordo que, um dos assuntos e acontecimentos mais evitados, acredito eu que em todos os escritórios, é o quê? É o cocô. Não só nos escritórios, mas em quase todos os locais em que se reúnem pessoas (por mais horas do que deveria) que não moram na mesma residência. Eu sempre me questionei quanto a "qual é mesmo o real problema do cocô?"

Vamos analisar essa questão sob a ótica de qual é realmente a nossa vergonha na hora de fazer o famigerado nº 2. No meu ranking, temos:

1º O barulho;

2º O cheiro;

3º A descarga.

O barulho por que ninguém gosta de ser ouvido enquanto está neste momento de reflexão. O cheiro por que, pra nós, o NOSSO cheiro é aceitável mas pra outra pessoa é o inferno na terra. A descarga por que, se não for na sua casa, será sempre uma questão.

Mas, por mais que eu e você tenhamos questões, eu sempre parei pra refletir sobre o seguinte: TODO MUNDO EVACUA (vulgo caga mesmo). E, voltando pro lance do escritório, se você passa 10 FUCKING horas dentro de um local, em algum momento você vai sentir vontade de cagar meu amigo, não subestime seu corpo. Gosto dessa definição que a Jout Jout deu num vídeo sobre cocô (link maroto aqui): No fundo, as pessoas são seres humanos e seres humanos cagam, todos eles, até a Bruna Marquezine. Inacreditável.

Então, no fim das contas, isso deveria sim ser tratado com mais naturalidade, visto que todo mundo faz! O barulho é quase sempre inevitável, porém acredite: A pessoas NÃO estão prestando atenção no seu cocô, você não é assim tão importante! O cheiro é inevitável e precisamos lidar com isso (ou comprar um neutralizador de odores (fósforo também funciona). A descarga é um problema, mas já me salvei com baldinho de lixeira (chama no direct e eu te passo essa dica marota, hehe).

Enfim, a reflexão de hoje se resume em: Pára de dar nó em pingo d'água OU pára de colocar questão sobre coisas que todo mundo faz e é inevitável! Você pode aplicar isso em outros aspectos da sua vida se isso te fizer se sentir melhor (digo, se o assunto de hoje foi completamente inútil pra você).

Pra terminar: Ninguém falou que esse BEDA ia ser sério. Ainda temos 29 dias. 

Tiau


Postagens mais visitadas deste blog

Não é Solidão, é Solitude.

"Entende-se por solitude o pleno contado consigo mesmo. Isso quer dizer que não há a necessidade de estar sempre em companhia de outras pessoas e não há solidão por isso. Esta pessoa está bem com ela em tempo integral, mas convive muito bem com os outros. Veja que há um contato direto consigo mesmo, podendo passar vários dias em um lugar sozinho e se sentindo pleno; mas há também uma plenitude ao estar com alguém."  (via: Maura De Albanesi)
Veja bem, eu gosto de estar na companhia das pessoas que eu amo. Mesmo. Me sinto completa com barulho de família ao meu redor. Quando rola, adoro passar tempo de qualidade com os amigos e/ou com o namorado. Mas eu também sinto um prazer indescritível no silêncio. 
Tipo agora. Estou em casa, são 10:08AM, minhas irmãs ainda estão dormindo e a casa está silenciosa, por hora. Eu posso fechar os olhos e respirar fundo. Sinto uma paz imensa. Me faz bem. Eu curto a minha própria companhia e já recusei saídas por ela (eu/mim). 
Eu costumo brincar…

"O mínimo para viver" e a constante exaltação do corpo magro

"- Eu estava saindo do meu apartamento um dia e uma pessoa que eu conheço há muito tempo, da idade da minha mãe, me disse: Olha para você! Eu tentei explicar que emagreci por causa de um papel, mas ela continuou: Não, eu quero saber o que você está fazendo, você parece ótima! Eu entrei no carro com a minha mãe e disse: É por isso que existe o problema." - Lily Collins, em entrevista para a revista The Edit.

"O mínimo para viver" é um filme original da Netflix (que por sinal, vem arrasando nas produções ultimamente) que fala sobre distúrbios alimentares. Há algum tempo eu havia feito o download no aplicativo para ver num momento oportuno. Daí que hoje, num intervalo de 2 horas de espera no curso da minha irmã, eu resolvi assistir pra matar o tempo e cheguei à conclusão de que não poderia ter feito melhor escolha.

Ellen (Lily Collins) é uma garota de 20 anos que sofre de anorexia. Por causa de seu temperamento conturbado e difícil, ela foi expulsa de diversas clínicas …

TOP 3 "Boys Crush" de toda minha vida (fictícios ou não)

A melhor parte de ser blogueira, apesar de eu ainda não me encaixar bem nesse termo (e também não imaginar outro melhor do que esse para me definir), é poder colocar a imaginação para funcionar em temas como o de hoje. A ideia veio deste post no blog da Tati; lá ela fez com garotas da ficção, aqui vou fazer com os boys, sejam eles fictícios ou não, e depois a gente faz uma edição especial pras garotas (quem sabe amanhã).

Mas primeiro, um esclarecimento: A ideia de "crush" pra mim é muito pessoal e intransferível. A maioria das pessoas entendem o crush como uma pessoa por quem você alimenta uma paixão platônica. Eu entendo o crush como alguém por quem você possui uma admiração massa, uma vontade de trocar ideia, fazer amizade, etc. No caso do post de hoje, vou falar nos dois sentidos, então vamos usar as seguintes definições: CRUSH LOVE e CRUSH FRIENDZONE.

Simbora!


#1: CAIO CASTRO (Crush Friendzone)


O Caio é algo recente na minha vida (tipo 2013). Eu sei. Pasmem. Ano passado e…